sexta-feira, novembro 26, 2010

É NATAL!!! É NATAL... E a minha carteira anda de diarreia!!!!

Sinceramente não sei o que é pior...

Se estar sempre a ouvir as mesmíssimas musicas natalícias, (mais um "Oh! Holy Night" e ataco alguém com um cutelo...) ou o ataque desenfreado dos bonecos, jogos, acessórios e um sem numero de coisas e coisinhas para tentar os petizes a reclamar junto dos pais as prendas de Natal...

Como tinha prometido, este ano, apenas os mais pequenos levam presentes... Os restantes têm direito a licores caseiros, bolachinhas caseiras e compota caseira... (e não vão nada mal!)

Contas feitas... 3 sobrinhos e um priminho pequenino + dois primitos (um maiorzinho e um mais pequeno) = a rombo no orçamento...

E depois, bem vistas as coisas, não se compra nada de especial e gasta-se um balúrdio em coisa nenhuma...

A minha carteira (e respectiva conta bancária) parece que está com uma doença estranha que produz uma constante "diarreia" monetária que não tem modo de parar!!

Existe por ai alguém com um IMODIUM há mão?

quarta-feira, novembro 17, 2010

Eu e a minha mais que tudo!!!!

video


POIS É!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A minha primeira experiência... com o MovieMaker, seus perversos!!!!!!!!!!!!!!!!

domingo, novembro 14, 2010

Algumas coisas que nos enchem o "EGO"

Todos nós precisamos de (ainda que pequenos) gestos que nos alimentem a alma e fortalecem o "EGO"...

Pequenos gestos como:
- o beijo-carinho da minha "LéLé"; (amo-te Folguinhas!!!)
- os carinhos "desajeitados" dos meus 3 sobrinhos lindos; (D... C... G... Os meu três terroristas de serviço!!!)
- os mimos da mãe (que ainda insiste em dar-mos e eu insisto em recebe-los). (Amo-te mãe!!!)

Mas talvez aquele que me enche o "EGO" de uma forma muito diferente... é sempre o reconhecimento do que nós fazemos é visto e tido como bom pelos outros.

O meu chefe (um GRANDE senhor e um homem com "H" maiúsculo) disse-me um dia que devemos sempre fazer as coisas de modo a que os outros nos tornem bons e nos vejam como tal. Nunca devemos ser nós a dizê-lo mas os outros a reconhece-lo...

Hoje foi um desses dias. Recebi um elogio que me deixou com o "EGO" em alta... Saber que o que nós fazemos é lido e reconhecido, é excelente.

Um Obrigado à LaLa... Foi uma lufada de ar fresco hoje... E eu estava mesmo a precisar...

Sim... O Maluco do Costume também precisa de ser acariciado de vez em quando... Não sei porque, mas sabe bem.

quinta-feira, novembro 11, 2010

O regresso da "desvesiculada"

A minha querida mana L voltou para casa...

Após curto internamento no HLA (Hospital do Litoral Alentejano) lá voltou para casa com menos um pedaço dela... Sim, isto porque ser uma pessoa completa já não está "in". O que está na moda e é "bem" é as pessoas terem menos um ou dois pedaços...

No caso dela, além do apêndice que já tinha tido "chá de sumiço" há algum tempo, foi a vesícula biliar que achou por bem vir conhecer o mundo cá fora...

Também quem manda a senhora ficar a fazer concorrência a uma pedreira? Vai dai, e sem mais delongas, foi posta ao Sol para ver se passam as dores.

Pior disto tudo é que a desgraçada da ex-dona de uma vesícula aspirante a pedreira, ainda continua com dores e tem, além de tudo, três maravilhosos furos na barriga.

Modernices, digo eu. Sim, porque isto de ser operada por laparoscopia é muito "fino"... Os medicamentos dão moca... a anestesia dá moca... e ficamos com furos no local da cirurgia que é do mais sexy que há...


As melhoras à mana L... Com desejos que ela não perca mais nada... É que qualquer dia para ir ver a minha irmã tenho que correr "Seca e Meca e Vale de Santarém"...

sexta-feira, novembro 05, 2010

HELPPPP!!! A estupidez instala-se

Os dias vão correndo mais ou menos iguais entre as maluquices do costume e os devaneios das pessoas. Assusta-me os níveis a que certas pessoas conseguem elevar a sua maravilhosa estupidez... A sério, deveria haver um prémio qualquer para a estupidez natural das pessoas.

Isto tudo começou esta manhã... Porque raio é que as pessoas têm a mania de retirar vítimas dos cenários sem os mínimos conhecimentos para tal?! E se as vítimas tiverem complicações derivado a esse magnifico episódio? A quem é que podemos pedir responsabilidades?!



Continuando, o dia foi uma sucessão de asneiradas seguidas. As pessoas abrem a boca e dizem o que lhes vai na real gana!!! As coisas que eu ouvi hoje, senhores...
Tanta palermice junta que, juro, por vezes penso que as pessoas têm o intestino ligado ao cérebro...

Valha-me a SANTA

quarta-feira, novembro 03, 2010

Transparências do passado

O dia estava frio, gélido. Pelo ar dançavam pequenos flocos de neve que teimavam em não cair.
Era a sua época do ano favorita… Era uma época pura e limpa. O frio fazia-a sentir-se bem e calma. Nas árvores já se via pequenos pingentes de gelo que se formavam como jóias e que brilhavam com a fraca luz do Sol.
Inspirou profundamente como que a saborear o cheiro dos pinheiros perto da sua casa. Aquela manhã estava perfeita. Quase sublime.
O pequeno lago que ficava junto a sua casa na montanha já tinha gelado, fazendo com que os pequenos juncos ficassem cravejados de diamantes de gelo.
Olhou em volta e voltou a aconchegar o seu casaco branco de lã grossa ao redor do seu pescoço. “Eu ADORO o Inverno” pensou para si.
De dentro da casa um novo cheiro chegava… um cheiro doce a especiarias e a gengibre. Um olhar doce, tão doce como as bolachas fumegantes que carregava, fitou-a. “As tuas preferidas. Canela e Gengibre.” disse suavemente, como se fosse uma melodia.
As mãos da sua avó, já envelhecidas pelo tempo, seguravam uma bandeja de vidro com 5 biscoitos redondos e uma chávena de chá de lúcia-lima.
Os cheiros do Inverno. Biscoitos e chá…
“Tinha saudades de si… dos seus biscoitos… deste lugar.” disse permitindo que uma lágrima corresse na sua cara.
“Minha filha… sabes que podes voltar sempre que quiseres. Esta é a tua casa. Sempre será” disse a avó enquanto lhe beijava a testa com carinho.
Acordou. De um sonho bom e doce. No pequeno despertador da sua mesa-de-cabeceira as horas estavam marcadas a azul profundo. 07 horas da manhã. Voltou a adormecer até que o telefone a despertou do seu sono.
“Filha… é a mãe. A avó morreu hoje. Eram cerca das 7 horas” disse a mãe com a voz entrecortada pelo pranto.
“Sim… Eu sei… Sonhei com ela hoje.”
E o sonho fora transparente… como fora a sua vida.
Tinha que voltar ao seu lugar, à sua casa. Voltar a sentir a transparência do Inverno doce do passado.


Sendo transparente em Fábrica de Letras